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Energia eólica lidera expansão da matriz elétrica em 2019
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A matriz de energia elétrica brasileira aumentou sua capacidade de geração em 215,33 MW no mês de abril

de acordo com os dados do relatório mensal de acompanhamento da Agência Nacional de Energia Elétrica. A expansão ficou a cargo da fonte hídrica, com 116,73 MW da UG 3 da UHE Baixo Iguaçu (PR, 350 MW) e o restante da fonte eólica, com destaque para o complexo solar Umburanas.

O Brasil desponta como um dos líderes na produção de energia eólica nas Américas, ao lado dos EUA e México, segundo dados recentes do Conselho Global de Energia Eólica (Global Wind Energy Council – GWEC, na sigla em inglês). Como um todo, as Américas do Norte, Sul e Central responderam por 25% do total da capacidade instalada global dessa energia em 2018.

Devido a sua característica ecológica, a geração de energia eólica contribui de forma significativa para ajudar países como o Brasil a cumprirem com suas metas previstas em acordos internacionais sobre o clima. O crescimento desse tipo de energia é parte fundamental da solução para reduzir emissões de gases, fortalecer a segurança energética, reduzir custos e aumentar o investimento em economias locais.

Com os dados fornecidos pela agência Nacional de Energia Elétrica, o país já acumula 1.376 MW divididos em 50 empreendimentos. Desse total, 1.129 MW de 36 estão no mercado regulado e outros 247 MW gerados em 14 usinas fora do Ambiente de Contratação Regulada (ACR). De todas as fontes, a eólica é a que tem liderado a expansão no ano com 606 MW, sendo 374 MW no ACR e 233 MW fora do ACR. Em seguida vem a fonte hídrica com 490 MW, apenas 9 MW de capacidade é fora do ACR. O destaque é a UHE paranaense que colocou em operação suas três turbinas este ano.

A fonte solar acrescentou nos quatro primeiros meses de 2019 um volume de 267 MW, divididos em 11 usinas, todas no ACR. Em seguida vem a fonte térmica que por meio da biomassa contribuiu com 13 MW de potência, sendo 8 MW no mercado regulado.

Segundo informações da Aneel, ainda deverão entrar em operação comercial 4.492 MW em potência instalada este ano. Se essa previsão se confirmar serão 5.868 MW em nova capacidade em 2019, o menor volume em nova geração desde 2012, quando foram adicionados 3.982 MW e muito próximo do registrado em 2013, com 5.889 MW.

Mercado em expansão

Com mais de 500 parques eólicos instalados em seu território, de acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Eólica, o país assumiu a oitava colocação no ranking de produção de energia eólica mundial.

A adoção dessa forma de energia contribui para uma nova atividade econômica. Se você tem interesse em conhecer fontes de energia renováveis e mais benéficas para o meio ambiente, solicite um estudo de viabilidade do Grupo Léros. Nós queremos ver sua empresa crescer.

 

Fonte:

Canal Energia

Agência Brasil

(março 2019)

 

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REDAÇÃO
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