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Governo reduz exigências para o mercado livre em 2019
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A partir deste ano o Ministério de Minas e Energia vai reduzir as exigências

para que as empresas passem a operar no chamado mercado livre de energia.

A partir de 1° de julho de 2019 os consumidores de energia com carga superior a 2,5 megawatts atendidos em qualquer nível de tensão poderão negociar livremente seu suprimento, reduzindo uma exigência atual de 3 megawatts.

Pelas regras até então vigentes no setor elétrico, consumidores com carga entre 0,5 megawatt e 3 megawatts apenas podem operar no mercado livre de energia com a compra de contratos de fontes renováveis, conhecidas no mercado como “energia incentivada”.

No mercado livre, como próprio nome diz, o consumidor pode escolher de quem vai comprar energia. O preço, quantidade, prazo de fornecimento e até a fonte também são negociáveis e definidos em contrato.

O cliente desse mercado pode comprar diretamente das geradoras ou de comercializadoras, empresas como o Grupo Léros, que são uma espécie de revendedores. Para receber essa energia, porém, ele precisa estar conectado a uma rede e paga uma fatura separada pelo serviço da distribuidora, a chamada “tarifa fio”. O cliente que tem porte muito grande e está conectado diretamente à rede básica paga a tarifa fio para a transmissora.

E por quê a energia fica mais barata?

Uma série de fatores possibilitam a redução dos preços. Um deles é que as geradoras que, em determinados períodos, conseguem produzir mais energia do que já se comprometeram a vender às distribuidoras no mercado regulado ofertam essa “sobra” a preços mais baixos no mercado livre, já que a eletricidade não pode ser estocada.

E em 2020 tem mais mudanças

O limite para acesso ao mercado livre será novamente reduzido a partir de 1° de janeiro de 2020, quando clientes com carga igual ou superior a 2 megawatts poderão optar pela compra de energia a qualquer concessionário, permissionário ou autorizado de energia elétrica do mesmo setor interligado.

Se você quiser mais informações sobre o Grupo Léros, solicite um estudo de viabilidade de energia para sua empresa.

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REDAÇÃO
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