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A importância da bioeconomia no desenvolvimento de baixo carbono
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A Agência Internacional de Energia (IEA) e a Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA) mostram que a participação da bioenergia e biocombustíveis precisa dobrar nos próximos 10 anos para atender a demanda mundial crescente por energia de forma alinhada aos objetivos climáticos de longo prazo.

É que a bioeconomia tem um papel essencial no cenário de desenvolvimento de baixo carbono.

Atualmente, são produzidos por ano cerca de 131 bilhões de litros de ao redor do mundo, principalmente de etanol de primeira-geração e biodiesel. Os EUA (43,5%) e o Brasil (22,5%) são responsáveis por 65,5% da produção de biocombustíveis do mundo, seguidos pela UE (16,7%) e China (2,5%).

Já as principais matérias primas para a produção de biodiesel são as sementes de colza, o girassol, soja e palma. A matéria prima mais utilizada, por exemplo, a soja possui eficiência de conversão relativamente baixa se comparada às outras opções.  Além de que houve uma queda de investimentos no mercado de biocombustíveis nos últimos anos, principalmente devido ao baixo preço do petróleo.

Fatores limitantes para o desenvolvimento e implementação de mercados de biocombustíveis e bioprodutos

– Disponibilidade limitada de recursos financeiros: os projetos de biocombustíveis avançados e bioprodutos têm custos e riscos substanciais, o que faz com que decisões de investimento sejam inerentemente difíceis. Mecanismos de financiamento público existem, mas são normalmente limitados em sua capacidade de atingir vários projetos e catalisar investimentos privados.

– Competição que os biocombustíveis e bioprodutos enfrentam das alternativas fósseis: os biocombustíveis e bioprodutos competem com os combustíveis e produtos fósseis na medida em que a utilização da bioeconomia não é exigida por lei. As alternativas fósseis se beneficiam de anos de maturação industrial, baixos custos de produção e vários subsídios ao redor do mundo.

-Ambiente regulatório desfavorável: a rede complexa e interligada de mandados, subsídios, incentivos fiscais, subvenções e outros instrumentos frequentemente trabalha direta ou indiretamente contra a bioeconomia, ou a favor de tecnologias competidoras.

Para que a bioeconomia cumpra seu papel nos cenários de desenvolvimento de baixo carbono e estabeleça-se globalmente, é fundamental um esforço em inovação tecnológica e diversificação, além de ações de mitigação complementares como veículos elétricos e outras tecnologias de energias renováveis.

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Fonte: Apex Brasil

Relatório 2018

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REDAÇÃO
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