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No Brasil, o mercado livre de energia não é tão livre assim
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"Pessoas comuns ainda não podem escolher sua própria fornecedora de energia. Mesmo quem está autorizado a participar desse mercado precisa encarar seis meses de burocracia"

“Por que não escolher sua própria fornecedora de energia elétrica, como se faz com serviços de telefonia? Qual o motivo para o consumidor se ver preso a uma cadeia de geração e distribuição, loteada pelo estado e com prazos de prestação de serviço que costuma ultrapassar os 15 anos? O mercado livre de energia é a solução para estimular a concorrência e a liberdade do consumidor.

Ele já existe no mundo todo, em especial na Europa, nos Estados Unidos, no Japão e na Austrália. Na teoria, o Brasil também estimula esse mercado: a primeira legislação autorizando o mercado livre data de 1995. Ainda assim, a política só alcança consumidores de grande porte, que ainda assim precisam encarar um cadastro complicado e cheio de burocracia, que costuma demorar seis meses para ser aprovado.

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REDAÇÃO
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